Falar sobre o tema "dinossauros na Bíblia" é assumir um outro debate muito importante, que diz respeito à idade da terra, e a interpretação correta do Gênesis sugerem evidências
físicas importantes.
Esses que acreditam em uma idade mais antiga
para a terra tendem a acreditar que a Bíblia não menciona os
dinossauros, pois, segundo eles, os dinossauros foram extintos milhões de anos antes que o primeiro homem andasse sobre a
terra. Os homens que escreveram a Bíblia não poderiam ter visto
dinossauros ainda vivos.
dragão de komodo - Ilhas Komodo
Iguana de Mona - Porto Rico
Aqueles que crêem que a terra é mais jovem tendem a acreditar que a
Bíblia menciona os dinossauros, apesar de jamais haver usado a palavra
“dinossauro”. Ao invés, usa a palavra "tanniyn", vinda do Hebraico.
Tanniyn é traduzida de algumas poucas maneiras diferentes nas Bíblias de
língua inglesa; às vezes como “monstro do mar”, às vezes como
“serpente”. É mais comumente traduzida como “dragão”. Tanniyn parece ter
sido algum tipo de réptil gigante. Estas criaturas são mencionadas
quase trinta vezes no Antigo Testamento e são encontradas tanto em terra
quanto no mar.
Além de mencionar estes répteis gigantes quase trinta vezes no Antigo
Testamento, a Bíblia descreve algumas criaturas de tal modo que alguns
estudiosos acreditam que os escritores poderiam estar descrevendo
dinossauros.
Jó 40:15...
O Beemote é descrito como um animal gigante cuja cauda é comparada à árvore de cedro
(Jó 40:15 em diante). Alguns estudiosos tentaram identificar Beemote
como um elefante ou hipopótamo. Outros dizem que tanto elefantes quanto
hipopótamos têm caudas muito finas, nada que se possa comparar ao cedro.
Os dinossauros como o Braquiossauro e o Diplodocus, por outro lado,
tinham caudas enormes que poderiam ser comparadas à árvore do
cedro.
Quase toda a civilização antiga tem algum tipo de arte descrevendo
criaturas répteis gigantes. Desenhos ou entalhes sobre rocha, artefatos e
até pequenas estátuas de barro descobertas na América do Norte se
parecem com representações modernas de dinossauros. Entalhes em rochas
na América do Sul, nas pedras de Ica representam homens montando criaturas parecidas com o
Diplodocus e, assombrosamente, assemelham-se com imagens familiares como
o Triceratops, Pterodáctilo e Tiranossauro Rex.
Os Mosaicos romanos, a
cerâmica maia e muros da cidade babilônica são testemunhos dessa
fascinação cultural e geograficamente sem fronteiras do homem com essas
criaturas. Sérias narrativas como as de Il Milione de Marco Polo se
mesclam com fantásticos contos de bestas que acumulam tesouros.
Narrações atuais de observações sobrevivem, apesar de serem tratadas com
espantoso ceticismo.
Pintura feita pela tribo Kuku Yalanji da Austrália
caverna Havasupai Canyon (EUA)
Além do volume substancial de evidências antropológicas e históricas a
favor da coexistência de dinossauros e homens, há outras evidências
físicas, como as pegadas fossilizadas de humanos e dinossauros,
descobertas juntas em lugares da América do Norte e oeste da Ásia
central.
Desfiladeiros de Vermillion, no Norte do Arizona
Evidências arqueológicas deixam claro que os dinossauros
desapareceram algum tempo depois do Dilúvio devido à combinação de
dramáticas mudanças ambientais e por terem sido incessantemente caçados
pelo homem, até a completa extinção.
Considerações:
1 - Os ossos visualizam sempre um animal que morreu em agonia como afogamento, sufocamento, ás vezes de cabeça para baixo;
2 - Rastros de dinossauros petrificados encontrados na China indicam centenas de dinos correndo morro acima todos juntos na mesma direção (fugindo de quê? de uma enchente?);
3 - Quanto tempo leva um soterramento de ossada de de dinossauro sem que vire pó? Precisa um soterramento rápido com muita lama, correto?
Shandong, no leste do país.
4 - Por quê Deus não salvaria os dinossauros? Por quê Deus não salvou o pássaro condor, o pássaro dodô, a quagga, o tilacino, o dugongo, o tigre de Cáspio...? Simples: extinção! Parece, pelas pinturas, que estes lagartões sempre foram cobiçados pelas espadas e lanças de caçadores.
O evolucionista, para negar Jesus Cristo e Sua Palavra, sempre encontrarão "provas" e "testemunhas" para sua teoria. As evidências, a lógica e a Palavra de Deus andam de mãos dadas no combate á ignorância e á maldade. Não vou nem entrar nos detalhes dos perigos da evolução e dos males que ela já fez á humanidade. Por enquanto, fica por aqui.
O dia 18 de outubro foi escolhido como
"dia dos médicos" por ser o dia dedicado pela Igreja católica
a Lucas.
Lucas em figura meramente ilustrativa
Como se sabe, Lucas foi um dos quatro evangelistas
do Novo Testamento. Seu evangelho é o terceiro em ordem cronológica;
os dois que o precederam foram escritos por Mateus (Levi)
e Marcos.
Lucas não conviveu pessoalmente
com Jesus Cristo e por isso a sua narrativa é baseada em depoimentos
de pessoas que testemunharam a vida, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, e na experiência que o próprio Apóstolo Paulo tivera com Jesus Cristo no decorrer de todo seu ministério. Além
do evangelho, é autor do "Ato dos Apóstolos".
Lucas era médico, de historiador,
e teria estudado medicina em Antióquia. Possuindo aparentemente maior bagagem cultural
que os outros evangelistas, seu evangelho utiliza uma linguagem mais
aprimorada que a dos outros evangelistas, o que revela seu perfeito
domínio do idioma grego.
Lucas não era hebreu
e sim gentio, como era chamado todo aquele que não professava
a religião judaica. Não há dados precisos sobre
a vida de Lucas. Segundo a tradição era natural de
Antióquia, cidade situada em território hoje pertencente
à Síria e que, na época, era um dos mais importantes
centros da civilização helênica na Ásia Menor.
Viveu no século I d.C., desconhecendo-se a data do seu nascimento,
assim como de sua morte.
Fólios 13-14 com parte do Evangelho de Lucas (Wikipédia)
Há incerteza, igualmente, sobre
as circunstâncias de sua morte; segundo alguns teria sido martirizado,
vítima da perseguição dos romanos ao cristianismo;
segundo outros morreu de morte natural em idade avançada. Tampouco
se sabe ao certo onde foi sepultado e onde repousam seus restos mortais.
Não há provas documentais, porém há provas
indiretas de sua condição de médico. A principal
delas nos foi legada pelo Apóstolo Paulo, na epístola aos colossenses,
quando se refere a "Lucas, o amado médico" (4.14).
Foi grande amigo de Paulo e, juntos, difundiram a mensagem da cruz e da ressurreição entre os gentios.
Outra prova indireta da sua condição
de médico consiste na terminologia empregada por Lucas em seus
escritos. Em certas passagens, utiliza palavras que indicam sua familiaridade
com a linguagem médica de seu tempo. Este fato tem sido objeto
de estudos críticos comparativos entre os textos evangélicos
de Mateus, Marcos e Lucas, e é apontado como relevante na comprovação
de que Lucas era realmente médico, e que seu evangelho contém um glossário de
palavras de interesse médico.
Um dos relatos mais impressionantes tanto do ponto de vista médico quanto do ponto de vista ético e espiritual é a "Parábola do Bom Samaritano".
"..colocou óleo nas feridas..."
O patrono:
A escolha de Lucas como
patrono dos médicos é bem antiga. Já em 1463, a Universidade de
Pádua iniciava o ano letivo em 18 de outubro, em homenagem aLucas, proclamado patrono do "Colégio dos filósofos
e dos médicos".
A escolha de Lucas como
patrono dos médicos e do dia 18 de outubro como "dia dos
médicos", é comum a muitos países, dentre
os quais Portugal, França, Espanha, Itália, Bélgica,
Polônia, Inglaterra, Argentina, Canadá e Estados Unidos.
No Brasil acha-se definitivamente o dia 18 de outubro como
"dia dos médicos".
Para começar, se existe algo que a palavra de Deus não esconde é o fato de ter existido gigantes antes do dilúvio e depois do dilúvio.
Davi e Golias
“Naqueles dias estavam os nefilins (algumas traduções, gigantes) na terra, e também depois, quando os
filhos de Deus conheceram as filhas dos homens, as quais lhes deram
filhos. Esses nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houve
na Antigüidade”. (Gênesis, 6: 4).
Quando os filhos de Deus conheceram as filhas dos homens? Naqueles dias (dias do dilúvio) ..., e também depois (daqueles dias), quando os
filhos de Deus conheceram as filhas dos homens.
Este não é filho de anjos! É um "gigante" moderno, filho de homens.
Mas quem eram os filhos de Deus?
João 1:12-13
"Mas, a todos quantos O receberam (os que receberam a Jesus Cristo), deu-lhes o poder de serem feitos
filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome; os quais não
nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem,
mas de Deus
Romanos 8:16 “O Espírito
mesmo testifica com o nosso espírito que somos filhos
de Deus.” Gálatas 4:4-5 “Mas, vindo a plenitude dos tempos,
Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de
lei, para resgatar os que estavam debaixo de lei, a fim de recebermos
a adoção de filhos.”
Percebemos que os homens só começaram a ser chamados de filhos de Deus em Jesus Cristo,e nisto não há dúvidas.
No antigo testamento, vemos então que em momento algum os homens são chamados de filhos de Deus usando o termo bene ha' Elohim, e tal termo somente é utilizado para anjos e evidentemente o único filho de Deus no antigo testamento foi Adão, sendo os demais filhos de Adão, nascidos da carne, podendo serem nascidos de Deus somente depois, através do batismo no Espírito Santo.
Jó 1:6
“Ora, chegado o dia em que os filhos de Deus (anjos) vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles.”
Jo 2:1
“Chegou outra vez o dia em que os filhos de Deus
vieram apresentar-se perante o Senhor; e veio também Satanás entre eles
apresentar-se perante o Senhor. Os filhos de Deus que se apresentaram
ante Deus eram obviamente anjos.”
Jo 38:6-7
“Sobre que estão fundadas as suas bases, ou quem assentou a sua pedra
de esquina, Quando juntas cantavam as estrelas da manhã,
e todos os filhos de Deus bradavam de júbilo?”
Diálogo entre Jesus e Nicodemus em João 3:
3 Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.
4 Perguntou-lhe Nicodemos: Como pode um
homem nascer, sendo velho? porventura pode tornar a entrar no ventre de
sua mãe, e nascer?
5 Jesus respondeu: Em verdade, em verdade
te digo que se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar
no reino de Deus.
6O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.
I Pedro 3:18-20
“Porque também Cristo morreu uma só vez pelos pecados, o justo pelos
injustos, para levar-nos a Deus; sendo, na verdade, morto na carne, mas
vivificado no espírito; no qual também foi, e pregou
aos espíritos em prisão; os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava, nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas, isto é, oito almas se salvaram através da água.”
II. Pedro 2:4-5,9
“Porque se Deus não poupou a anjos quando pecaram,
mas lançou-os no inferno, e os entregou aos abismos da escuridão,
reservando-os para o juízo; Se não poupou ao mundo antigo, embora
preservasse a Noé, pregador da justiça, com mais sete pessoas, ao
trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios; Também sabe o Senhor livrar
da tentação os piedosos, e reservar para o dia do juízo os injustos, que
já estão sendo castigados"
E o versículo que confirma que anjos deixaram seu principado para conhecerem as mulheres e com elas terem uma raça desaprovada por Deus: os gigantes:
Judas 6-7 “aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação,
ele os tem reservado em prisões eternas na escuridão para o juízo do grande dia, assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se prostituído como aqueles anjos,
e ido após outra carne, foram postas como exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.”
Anjos se prostituindo carnalmente.
Por isto Deus manda Josué destruir estas nações, pois eram de gigantes e de descendentes de gigantes, nascidos de anjos depois do dilúvio, assim como antes. Novamente o versículo:
Gênesis, 6: 4 “Naqueles dias (do dilúvio) estavam os nefilins (algumas traduções, gigantes) na terra, e também depois (do dilúvio), quando os
filhos de Deus conheceram as filhas dos homens, as quais lhes deram
filhos. Esses nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houve
na Antigüidade”.
spiado, dizendo aos filhos de Israel: A
terra, pela qual passamos a espiá-la, é terra que consome os seus
moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura.
Também vimos ali gigantes, filhos de Enaque, descendentes dos
gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também
éramos aos seus olhos.
Números 13:32-33
Números 13 - Homens de grande estatura (filhos de gigantes) e também os próprios gigantes ( filhos de anjos rebeldes)
32 E, diante
dos filhos de Israel, infamaram a terra que haviam espiado, dizendo: A
terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra que devora os seus
moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura.
33Também
vimos ali gigantes (os filhos de Anaque são descendentes de gigantes), e
éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o
éramos aos seus olhos.
Este estudo é atestado pelo livro apócrifoPrimeiro livro de Enoque que foi retirado da septuaginta pelo rabino Simeon ben Yohai, provavelmente nos anos de 120-170, que queria sacramentar o culto aos anjos (culto o qual a carta aos Hebreus tanto adverte) e que colocou os judeus contra este livro, por ele ser realista a respeito dos anjos. Isto parece que permitiu a santo Agostinho retirá-lo do cânon e deixar de fazer parte das Escrituras aprovadas pelos judeus.
Trechos do Livro de Enoque em Judas (aprovado pelos Apóstolos):
"Enoque, o sétimo depois de Adäo" é uma citação de 1En.60.8
"Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos.." de 1En.1:9 (de Deut.33:2)
"E a estes profetizou também Enoque" em grego.
A igreja primitiva sabia que os filhos de Deus de Gênesis eram os anjos que deixaram seu principado para conhecerem as mulheres e gerarem gigantes.
Pensamentos que Caim era filho da serpente, que filhos de Sete eram os mesmos filhos de Deus, que Caim e sua descendência eram malditos, que os filhos de Cão amaldiçoado por Noé geraram raças inferiores são pensamentos de racistas, desconhecedores da palavra de Deus, e que pegam trechos isolados da Bíblia para construir uma doutrina falsa e arrebatadora de almas inconstantes.
Uma "prova" que os ateus utilizam para evidenciar que Deus não existe é que pessoas inteligentes, educadas e graduadas em boas instituições tendem a crer que Ele
não existe.
Pois é...
Um professor de matemática da Michigan State University (MSU), o único professor ateu declarado daquela instituição, correu pela sua sala de aula gritando “f*** God!”depois
de se ter despido por completo, e em declarações disponíveis online, os seus alunos disseram que ele era, além de militante ateu, também meio “excêntrico”, e que o ocorrido era algo previsível.
Encontrava-me na aula de Calc 1 na
MSU, quando o meu professor, que era sempre excêntrico, excedeu-se. No
meio da aula ele começou a gritar contra nós proferindo palavrões. Foi então, e ainda aos gritos, que ele começou a
bater na janela e a pressionar a própria cara contra ela.
Ele saiu e caminhou até ao fim do corredor, ainda aos
gritos. Depois disto, regressou à sala de aula e despiu-se – exceto as
meias. . . . . Quando as coisas chegaram a este ponto, os alunos que se encontravam na sala de aula fugiram. Nós estávamos literalmente cheios de medo e temerosos pela nossa vida.
A polícia demorou 15 minutos a chegar, e durante este tempo ele continuou a andar por todo o lado aos berros.
Ele gritava coisas
sobre computadores, Steve Jobs, e como tudo era um fingimento.Depois disto, ele voltou para a sala chorando
e, por alguma razão, tirou uma cédula de dólar do seu bolso a passou a contemplá-la.
De acordo a polícia de Michigan State,
por volta da 1:07 p.m. uma chamada 9-1-1 foi recebida junto da “Ingham
County Central Dispatch Center” reportando a existência de um homem aos berros dentro do edifício de engenharia da MSU.
A polícia disse que “um
professor universitário” foi colocado “em custódia protetora e
transportado . . . para um hospital local. Não houve feridos e o
professor não vai ser acusado de qualquer crime!!! O Centro de
Aconselhamento da MSU já contatou os estudantes que podem ter
presenciado o incidente para disponibilizá-los a ajuda psicológica
necessária.”David Grabowski, estudante na MSU, disse que “ele gritava profanidades e coisas que não dava para entender. Além disso, ele gritava coisas contra religião.“
Considerando o nível dos “ataques”
que os ateus fazem ao Cristianismo, este
“argumento” visível de um ateu inteligente e graduado é um modo de ver com a ausência de Deus deixa um ser humano "racional" vazio e totalmente em colapso.
Existe atualmente uma força espiritual agindo no mundo que está atacando a fé das crianças e jovens, entrando nas escolas disfarçada de ciência para tirar Deus do coração e do pensamento dos pequenos cristãos. É, talvez, a última grande sacada do diabo que já está sentindo e vendo a figueira florescendo, o verão se aproximando, o retorno de Cristo para o grande julgamento.
A tese de muitos cientistas atuais, fundamentada pela ciência honesta e não tendenciosa é sem dúvida alguma, com 100% de certeza, o mundo foi criado em sete dias, há 5 mil anos atrás, na região do oriente médio, e que todos os homens vieram de apenas um casal: Adão e Eva.
Atual região do Iraque - berço da civilização
Já presenciei debates sobre o tema, e fundamentado em artigos científicos, teses, e evidências fidedignas como da revista Nature, até hoje não conheci nem uma pessoa que fosse capaz de mostrar uma evidência para evolução.
O evolucionista que estuda peixes diz que a evidência está nos elefantes, e o que estuda os mamíferos diz que o botânico tem a prova da evolução, e neste jogo vão comendo bilhões em pesquisas pra provar que Deus não existe.
Luiz Pasteur disse que somente da vida que provém a vida, e esta tese jamais a ciência moderna conseguiu contrariar(mesmo tentando). O sonho dos que querem fugir do compromisso com Deus é que um dia eles consigam gerar vida de "não vida". Como Deus fez ao tornar animais e homens, almas viventes.
Louis Pasteur - "Vita ex vita"
O evolucionista é ateu, e o ateu é evolucionista. Não há como separar os dois. Entretanto, não acreditar em Deus não impede a sua existência e o seu julgamento. Se isto desse certo, teria muita gente deixando de acreditar nas dívidas, para elas não existirem mais.
Com grata satisfação, que apresento os maiores pregadores que já ouvi pregarem.
Antes de apresentá-los, devo dizer que com grande respeito que tenho pelo ministério de grandes pregadores da atualidade, todavia o que torna estes pregadores bons não é sua capacidade de conduzir o indivíduo á salvação, mas sim de dissertar de forma eloquente a outros setores da vida espiritual. Posso citar por exemplo, o Pr. Marco Feliciano, que sabe encantar o público, um homem cheio do Espírito, cujas mensagens são de cunho incentivador, pentecostais, lenha na fogueira. Outro caso é do Pr. Silas Malafaia, que é dito polêmico (eu o admiro e respeito) pelo seu ministério direcionado a defender a visão cristã nas camadas políticas e legais. É um ministério admirável, e pregações que servem para equilibrar o cristão em sua conduta terrena, mas diz respeito somente a conduta terrena. Sem falar do Pr. Waldemiro Santiago, que embora polêmico, manda trazer o exame constatando uma doença incurável, ora pela pessoa doente, e pela fé manda refazer o exame e trazer para mostrar como Deus cura. Mas salvação que é bom...
Mas não são estes os grandes pregadores.
A Bíblia fala vez após vez de que a Palavra de Deus, a pregação é para salvação da alma. Já vi muitos bons pregadores, mas os maiores foram os que levaram, mesmo antes da mensagem terminar, muitas pessoas a se atirarem aos prantos, em arrependimento no altar.
Isto não vem por talento, isto não vem por curso de teologia (Pedro pregou uma mensagem de uns seis ou sete minutos que levou 3 mil almas ao arrependimento), isto não acontece somente com o que tem título, ou tem fluência verbal.
Isto é unção, e unção está totalmente equiparada ao relacionamento que o homem tem com Deus, e sua obediência a Ele quanto ao batismo, o Batismo em Nome de Jesus, para salvação daquele que crê.
Homens que oram 3, 4, 5 horas por dia, e vivem uma vida de santificação e consagração. E são estes homens que vos apresento, dedicados á vida espiritual e que em suas pregações que eu vi e ouvi, e sou testemunha, o céu descer, o mover do Espírito, pessoas agarradas no altar aos prantos, com as mesmas palavras dos que perguntaram a Pedro: "O que devemos fazer para nos salvar?!"
São estes os maiores pregadores, os atalaias desta última era:
John B. Lambeth, Robert Lambeth, Robert C. Cavaness, David Smith, Russel Frazier, Tim Joiner, Robert Burton, Wade Bass, Martyn Ballestero, Adan Alvear, Gessé Guimarães.
Poderia citar ainda Mark Copland, Samuel Ham, John Boone, entre tantos outros que já ouvi, que pregam a verdade, de que nosso Deus é um, e não há outro, e somente ele, e não três podem salvar.
"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará."
A
arqueóloga israelense Eilat Mazar confirmou que as estruturas e objetos
encontrados no sítio arqueológico em Jerusalém, tem datação da época do
rei Salomão (1000 a.C.)
O achado é fundamental para quebrar o discurso anti-bíblico que uma nova
geração de arqueólogos (entre eles o ateu Israel Finkelstein) têm levantado, que
consideram os relatos dos reinos de Davi e Salomão, puramente
mitológicos.
Negar que Jesus Cristo existiu não vai impedir dEle voltar e julgar o mundo.
O pecador que mente pra si mesmo que Deus não existe
se assemelha com o assassino que acredita ser o juiz uma entidade mitológica,
e que o advogado que lhe defende é uma "alucinação ou invenção de doze acadêmicos de direito que queriam impor seu código"
Os estudos posteriores poderão reverter
radicalmente a teimosia de irracionais cujo único sentido que dão á sua ciência é tentar mostrar que a Bíblia está errada e que, consequentemente, Deus não existe.
Ontem pela manhã em uma conversa com um colega de aula, fui informado, ao falar de Deus: "- eu sou ateu". Uruguaio, 30 anos, uma pessoa aparentemente inteligente, este é o perfil deste colega. E disse mais: "- Não sou ateu defensor do ateísmo, virei ateu porquê tenho razões para não crer mais em Deus."
Ops! Mas o quê está ocorrendo aqui(?), pensei. Virtualmente, um ateu é aquele que não vê razões ou possibilidades para acreditar em Deus (o que é irracional e ilógico), mas nada tem a ver com o que têm razões para deixar de acreditar. O caso deste colega, é que houve um certo problema no decorrer da vida, atribuído a outros fatores (humanos, diga-se de passagem), que o levaram a crer que a culpa era de Deus. Assim como o afastamento de Deus que causa tantos males à humanidade desde o princípio, vimos aqui que as pessoas estão transferindo a culpa humana para Deus, e assim constatei e o levei ao conhecimento real dos fatos à luz de sua própria narrativa. O que fiz foi falar do amor de Deus e direcionei ao final é que se ele tinha qualquer reclamação em relação à Deus, o ideal seria conversar com Deus, orar.
"-Nunca vi um caso de um ex-namorado passar a acreditar que a ex-namorada não existe, só porquê se sentiu magoado!!", repliquei. "-Vai lá, conversa!", o que ele prometeu que faria, mesmo sem saber como, ele iria fazer.
"A oração em si mesma é uma
arte que somente o Espírito Santo pode nos ensinar. Ele é
o doardor de todas as orações. Rogue pela oração
- ore até que consiga orar, ore para ser ajudado a orar e não
abandone a oração porque não consegue orar, pois nos
momentos em que você acha que não poder, é que realmente
está fazendo as melhores orações. Às vezes quando
você não sente nenhum tipo de conforto em tuas súplicas
e teu coração está quebrantado e abatido, é
que realmente está lutando e prevalecendo com o Altíssimo."
"...antes
santificai em vossos corações a Cristo como Senhor; e estai sempre
preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos
pedir a razão da esperança que há em vós;”
1 - Jesus foi sepultado por um homem incontestavelmente histórico chamado José de Arimatéia
2 - Jesus foi morto por soldados romanos, e os romanos sabiam como matar uma pessoa
3 - Jesus Cristo morreu em uma cruz, o pior dos martírios que um ser humano jamais poderia passar
4 - Tem testemunho de mulheres: Quem (em uma possível conspiração) se valeria do testemunho de mulheres em uma sociedade machista como a judaica do séc. I ? Se os discípulos quisessem inventar algo, usariam testemunho de homens!
5 - Você morreria por algo que você sabe que é mentira? Todos os discípulos morreram afirmando a ressurreição, e só no primeiro século, mais de 30 mil morreram desta forma
6 - O apóstolo Paulo afirmou que tinham mais de 500 testemunhas oculares de Cristo ressurreto que ainda estavam vivas e que poderiam ser consultadas a respeito
7 - Quanto tempo dura uma mentira?
8 - Jesus resolve ainda hoje problemas que o Instituto de Câncer, clínicas psiquiátricas e centro de recuperação de drogados não resolvem.
O túmulo de Jesus em Jerusalém
"Ele não está aqui, porquê já ressuscitou."
1. As
narrativas da ressurreição têm as características duma verdade histórica:
As
narrativas da ressurreição mostram sinais inconfundíveis de serem
historicamente precisas. A narração dos primeiros relatos, numa altura em que
havia testemunhas hostis presentes, teria feito uma história inverosímil,
improvável e perigosa. As narrações concordam nos principais fatos e mostram
uma grande variedade de testemunhas, contudo não são uma mera repetição de
alguma história estandardizada a qual todas as discrepâncias foram
solucionadas. De fato, os relatos dos aparecimentos do Cristo ressuscitado são
claramente independentes um do outro, como sugerem as suas diferenças
superficiais. no entanto, uma análise mais profunda, revela que estas
aparências não são contraditórias.
2. A vida
e o ministério do Apóstolo Paulo são um forte testemunho da ressurreição
Na altura
em que Paulo conheceu ao Cristo ressuscitado, ele era um fervoroso antagonista
da fé Cristã. Um homem erudito, não era fácil persuadi-lo de nada que parecia
contrário a, ou incoerente com as tradições Mosaicas. Poderia ser dito que ele
teria sido a última pessoa na terra que aceitaria a ideia de um Messias
crucificado e ressuscitado, com base nas expectativas judaicas da época. O
fato de que ele tornou-se tão plenamente convencido da ressurreição de Cristo
ao ponto de que ele dedicou sua vida completamente a seu Senhor ressuscitado é
uma poderosa evidência da realidade da ressurreição.
3. O
sepulcro vazio é um facto histórico aceito:
Nenhum
respeitado historiador do Novo Testamento dúvida do fato histórico de que o
sepulcro no qual Cristo foi colocado após sua crucificação estava vazio.
Portanto, só há três explicações para isso. Os seus inimigos tomaram o corpo,
seus amigos tomaram corpo, ou Jesus foi levantado dentre os morto. A primeira
possibilidade é extremamente improvável, porque seus inimigos certamente teriam
exibido o seu corpo se eles tiveram podido, a fim de humilhar a seus
discípulos, calar os rumores da sua ressurreição, bem como para cortar qualquer
novo movimento religioso que ameaçavam as suas tradições mosaicas.
É
igualmente pouco provável que seus amigos levaram seu corpo, porque depois da
sua crucificação, eles estavam profundamente decepcionados e desanimados e não
acreditavam que ele seria ressuscitado. É absurdo pensar que nestas condições
eles iriam inventar um esquema em que roubariam o corpo e depois inventariam
uma história que obviamente não acreditavam.
4. Os
discípulos eram judeus devotos
Os
discípulos eram judeus que assumiam seriamente os seus privilégios e obrigações
Judaicas. Por isso, é impensável que eles tiveram sido parte de iniciar uma
nova religião para benefício pessoal. Para um Judeu do primeiro século, um acto
de tal índole era equivalente a mentir contra o Deus de Israel, como Paulo
argumenta em 1 Coríntios 15:12-19 (onde ele chamou isto "considerados
falsas testemunhas," contrariamente a um dos Dez Mandamentos). Para um
Judeu do primeiro século, mentir contra Deus e perverter Sua revelação
significava arriscar a salvação e uma futura participação no Reino Messiânico.
Tal pessoa arriscaria a retribuição divina por unos poucos anos de prestígio
como líder de uma nova religião? A resposta só pode ser um enfático não.
5. O
testemunho das mulheres
A
presença das mulheres no sepulcro é uma forte evidência de que o registo
bíblico é verdade. As mulheres não tinham praticamente nenhuma credibilidade no
primeiro século da cultura judaica, e seu depoimento em um tribunal de lei era
considerada de nenhum valor. Por exemplo, se um homem era acusado de um crime
que só tinha sido testemunhado por mulheres, ele não podia ser condenado com
base na declaração delas. Se o relato da ressurreição de Jesus fora uma fábula
adicionada mais tarde em uma tentativa para autenticar o Cristianismo, porque é
que as mulheres neste relato são as primeiras a vê-lo e testemunharam que o
sepulcro estava vazio, a menos que realmente tivesse acontecido dessa forma? Se
as mulheres testemunhavam acerca de sua ressurreição e logo os discípulos
masculinos negavam-lha, eles não ficariam bem vistos, e estes homens foram os
primeiros líderes da Igreja Cristã. Uma história inventada e acrescentada mais
tarde pela Igreja teria feito que os seus primeiros líderes tiveram uma melhor
imagem.
6. A
propaganda Judia pressupõe o sepulcro vazio e ausência do corpo
As
autoridades Judaicas do Templo pagaram aqueles que tinham visto o sepulcro
vazio para mentir e dizer que os discípulos tinham roubado o corpo, e incluso
assassinaram muitos daqueles que pregaram sobre sua ressurreição. Com um
incentivo tão poderoso para esmagar ao novo movimento, eles teriam feito o
impossível para mostrar o corpo morto de Jesus se isto fora possível. O fato de
que não lho fizeram foi porque não puderam, porque ele tinha ressuscitado.
7. Seus
inimigos teriam feito aparecer seu corpo para silenciar aos crentes
Se ele
não ressuscitou dos morto, o que sucedeu com o seu corpo? Se os seus inimigos
roubaram-lho e nunca lho mostraram abertamente, isso teria incentivado os
mesmos rumores de ressurreição que eles estavam muito ansiosos de evitar. Mas a
prova decisiva de que seus inimigos não levaram o corpo é que eles certamente
lho teriam mostrado rapidamente com grande alarde, porque teriam feito qualquer
coisa para desacreditar a história.
8. O
sepulcro não foi venerado
Se Jesus
não estava ressuscitado, porque é que não existe um registo dos seus discípulos
venerando o seu sepulcro como tão frequentemente acontece com os líderes
religiosos? Embora Deus proibisse isto, a prática continuo entre os Israelitas,
ao ponto de que o Próprio Deus desapareceu os corpos de Moisés e de Elias
porque se não lho fazia, seus seguidores venerariam os seus sepulcros.
9. Um
historiador não cristãos testemunha em apoio da ressurreição
Josephus,
o historiador Judeu do primeiro século, escreveu sobre Jesus Cristo e do
crescimento do cristianismo da seguinte maneira:
E quando
Pilatos, à sugestão dos principais homens entre nós, tinha-o condenado à cruz,
aqueles que lhe amaram desde o princípio não lhe abandonaram; pões apareceu
vivo novamente ante eles ao terceiro dia, como os divinos profetas tinham
predito estas e dez mil outras coisas maravilhosas respeito a ele. E a tribo
dos cristãos, chamada assim devido a ele, não estão extintas ate este dia.
Embora
alguns tentaram negar este confirmado testemunho secular chamando-o
fraudulento, isto é pouco provável porque os escritos de Josephus foram bem
recebidos na altura que foram escritos, tanto por Judeus e Romanos. Ainda ele
foi feito cidadão Romano honorário.
Não há
registo de qualquer objecção a esta passagem pelos primeiros detractores do
Cristianismo, e se isto tinha sido uma posterior inserção fraudulenta aos
escritos de Josephus, este facto teria sido debatido abertamente na literatura
do dia. Devido a que isto não aconteceu, o silêncio dos críticos é condenação
para sua causa.
10. Não
existem explicações alternativas nas primeiras fontes não bíblicas
Nas
primeiras fontes históricas, não existe nenhuma explicação alternativa para o
crescimento da Igreja Cristã que intente dar a "verdadeira" história.
No caso em que a história tinha sido inventada, certamente algum crítico ou
"ex-cristão" descontente teria tentado uma tal explicação
alternativa. Mas a única explicação adequada para o crescimento da Igreja que
tenha sido alguma vez dada, é que os primeiros Cristãos acreditavam que Jesus
tinha sido levantada dentre os morto.
11. Os
registos bíblicos das aparições depois da ressurreição, apresentam um
testemunho unificado
Os quatro
evangelhos e o Apóstolo Paulo apresentam um testemunho das dez aparições depois
da ressurreição. Esses registos são harmoniosos e não se contradizem, portanto
o peso da prova está sobre aqueles que dizem que eles não dizem a verdade.
As dez
aparições depois da ressurreição, em sua provável ordem, são as seguintes:
1. A
Maria Madalena (Marcos 16:9; João 20:11-18)
2. As outras mulheres (Mateus 28:8-10)
3. O Pedro (Lucas 24:34; 1 Cor. 15:5)
4. Aos dois homens no caminho de Emaús (Marcos 16:12; Lucas 24:13-35)
5. Onze dos discípulos (excepto Tomé - Lucas 24:33-49, João 20:19-24)
6. Aos doze uma semana depões (João 20:24-29; 1 Cor. 15:5)
7. A sete discípulos à margem do mar de Tiberíades (João 21:1-23)
8. A quinhentos seguidores (1 Cor. 15:6)
9. O Tiago (1 Cor. 15:7)
10. Aos doze na ascensão (Actos 1:3-12)
12. A
ideia do novo corpo de Cristo era um conceito totalmente estranho
Os
discípulos tinham bastantes dificuldades para acreditar que Cristo morreria e
logo seria levantado, e nunca teriam sequer concebido a ideia de que o Messias
teria um corpo diferente. É virtualmente inconcebível que os primeiros Cristãos
inventaram tal história, que ainda hoje soa como ficção científica para muitos
dos que duvidam.
13. Os
estudiosos e historiadores modernos admitem que há fortes indícios da
ressurreição do seu corpo
JP
Moreland confirma isto e cita outros estudiosos:
Quase
nenhum dos estudantes do Novo Testamento nega hoje que Jesus apareceu a um
certo número de seus seguidores após a sua morte. Alguns estudiosos interpretam
isto como alucinações subjectivas ou visões objectivas dadas por Deus e que não
eram visões dum ser físico. Mas ninguém nega que os crentes tiveram algum tipo
de experiência. O céptico estudioso do Novo Testamento Norman Perrin admitiu:
"Quanto mais estudamos a tradição no que diz respeito às apariçoes, mais
firme começa parecer a rocha na qual elas estão baseadas." Dunn, professor
da divindade na Universidade de Durham, Inglaterra, concorda: "É quase
impossível contradizer o facto de que nas raízes históricas do Cristianismo
encontram-se algumas experiencias oculares dos primeiros Cristãos, quem as
interpretaram como aparições de Jesus, levantado por Deus dentre os
mortos."
Thomas
Arnold, ex-professor de História em Rugby e Oxford, e um dos maiores
historiadores do mundo, fez a seguinte declaração sobre a evidência histórica
para a ressurreição de Jesus Cristo:
Eu não
sei de um fato na história da humanidade, que tenha sido provada por melhores e
maiores evidências de todo tipo, conforme o entendimento de um indagador
imparcial, do que a grande sinal que Deus nos tem dado do que Cristo morreu, e
ressuscitou dentre os mortos.
Simon
Greenleaf é uma das mentes jurídicas mais altamente respeitadas jamais vista na
América. Ele foi um especialista em as leis da evidência, e fundador da Escola
de leis de Harvard. Ele analisou os relatos da ressurreição de Cristo nos
Quatro Evangelhos em termos da sua validade como prova testemunhal objectiva, e
concluiu:
Por
conseguinte, era impossível que eles pudessem ter persistido na afirmação das
verdades que tinham narrado, se Jesus não tivera realmente ressuscitado dos
mortos, e se eles não tiveram conhecido este facto com tanta certeza como
qualquer outro fato.
14. A
convicção dos seus seguidores na ressurreição
Aqueles
que primeiro publicaram a história de que Jesus tinha ressuscitado dos mortos,
acreditavam que fosse um facto. Eles não só apoiavam sua fé com o facto do
sepulcro vazio, mas sobre o fato de que eles próprios tinham visto Jesus vivo
após o seu enterro. Ele não foi visto uma ou duas vezes, sino, pelo menos dez
vezes registadas, e não só um de cada vez, mas em grupos de dois, sete, dez,
onze, e quinhentos.
15. O
martírio dos seus seguidores por sua crença na ressurreição
Os
crentes do primeiro século predicaram e agiram com convicção acerca da verdade
da sua ressurreição, muitos deles mesmo morreram por causa de sua crença. Se
seus amigos tinham roubado o corpo para fazer ver como que ele tinha
ressuscitado, eles teriam sabido que eles estavam acreditando uma mentira, e os
homens não tornam-se mártires por aquilo que sabemos ser falso.
16. O
testemunho unânime dos testemunhos oculares, os quais não podiam ter sido todos
enganados ou iludidos
Alguns
críticos dizem que os primeiros Cristãos tiveram uma visão ou uma alucinação de
Cristo após a sua morte, da mesma maneira como as pessoas de hoje afirmam ter
"visto" o ícone pop Elvis Presley. Poderia ter sido uma visão
eufórica? Um sonho? Uma fantasia de uma imaginação excitada? Talvez foi uma
aparição? Nenhum destes é para nada provável, por que diferentes grupos de pessoas
não têm de contínuo a mesma alucinação. 500 pessoas em uma multidão não
poderiam sonhar o mesmo sonho, ao mesmo tempo. Alguns apologistas Cristãos
modernos têm defendido que é irrelevante se Cristo foi levantado fisicamente ou
não, porque o seu "espírito" foi a ter com Deus. Deus então,
supostamente, deu aos seguidores de Cristo uma "visão" de Cristo como
que continua a viver "espiritualmente" ao lado de Deus. No entanto,
tal conceito místico e espiritualista não teria satisfeito a mente Hebraica dos
discípulos, que acreditavam que os mortos estavam mortos ate que foram
levantados em uma ressurreição corporal e física. [9] Além disso, teria
colocado a fé Cristã sobre uma base subjectiva e mística sem base histórica, e
não explicaria o energético testemunho dos discípulos da ressurreição corporal
de Cristo.
17. A
incredulidade dos discípulos sobre a sua ressurreição
Com a
excepção de José de Arimatéia, os seguidores de Jesus não acreditaram que ele
iria morrer e logo ressuscitaria. Eles não estavam esperando o acontecimento, e
quando aconteceu, ao princípio eles não acreditaram. Consideraram-lho ser uma
"história sem sentido" (Lucas 24:11 - OL). Não acreditaram até que
tiveram que faze-lo, quando foram directamente confrontados por o Senhor
ressuscitado. Henry Morris escreve:
Uma coisa
é certa: os discípulos não poderiam ter inventado a história da ressurreição de
sua própria imaginação. Pelo contrário, de alguma maneira, eles não conseguiram
antecipa-lo, mesmo após de tanta abundância de preparação profética para a mesma,
tanto das Escrituras como de Cristo. Levou as mais fortes evidências para
convencê-los de que efectivamente tinha sucedido.
18. A
ideia de um Messias ressuscitado foi para os judeus um engano e para os Gregos
um absurdo.
A imagem
de Jesus não estava em conformidade com os conceitos correntes do que seria o
Messias (um governante teocrático que libertaria Israel da opressão Gentil) e
teria sido difícil convencer outros de sua verdade. Os gregos, com a sua
doutrina da imortalidade da alma, creiam que a ideia de uma ressurreição
corporal era absurda e desnecessária (cp. Atos 17:32). Se os discípulos tiveram
inventado um acontecimento ou uma doutrina em torno da qual edificar uma nova
religião, teria estado mais em conformidade com as expectativas standard da
época.
19. Só
poderia ter saído do sepulcro apenas pela ressurreição
A teoria
do "desvanecimento" propôs que Jesus não estava realmente morto
quando ele foi sepultado, e que "raciono" outra vez. Mas, nesse caso,
fraco e esgotado, envolto em pesadas envoltorios mortuários, ele dificilmente
poderia ter-se movido, e muito menos remover a pedra pesada da porta e sair
fora do sepulcro. Além disso, as autoridades romanas tinham fechado a porta, e
mesmo se tivesse podido mover a pedra, os guardas teriam arrestado novamente, e
ainda humilhá-lo mais. Como não há registo de tal evento, não deve ter
acontecido, porque seus inimigos teriam aproveitado muito esse bizarro
acontecimento.
20. A
própria existência e o crescimento da Igreja Cristã não faz sentido se ele não
tivesse ressuscitado
Alguns
críticos dizem que a ressurreição foi um posterior agregado à história de
Cristo, inventada anos mais tarde pela Igreja para glorificar um herói morto.
Mas sabe-se, a partir de registos históricos fora das Escrituras, que a seita
conhecida como Cristãos começou a existir, no reinado de Tibério, e que a coisa
que os fez existir foi sua crença de que Jesus tinha ressuscitado dos mortos.
A
ressurreição não era uma posterior adição à fé Cristã, mas a própria causa e o
incentivo para ela. Eles baseavam sua fé, não em registos históricos, mas por
aquilo que tinham visto com seus próprios olhos. Os registos foram o resultado
de sua fé, e não a causa do mesmo. O Cristianismo depende do facto histórico da
ressurreição de Cristo, sem ela a fé na sua totalidade fora um fraude. Se não
houvesse ressurreição, não teria havido Novo Testamento, e não teria havido
Igreja Cristã.
21. Os
discípulos não tinham ganhado nada se inventavam uma história e começavam uma
nova religião
Seus
seguidores enfrentaram dificuldades, ridicularização, hostilidade, e morte dos
mártires. Em virtude disso, eles nunca poderiam ter mantido tal motivação
inquebrantável se eles soubessem que o que estavam pregando era uma mentira. A
religião teve a sua recompensa para eles, mas essas recompensas vieram de uma
sincera crença de que o que eles estavam vivendo era verdade.
22. O
testemunho unânime dos primeiros líderes Cristãos
Se o
sepulcro vazio e a ressurreição foram uma invenção, por que não, pelo menos um
dos discípulos separou-se do resto e iniciou a sua própria versão do
Cristianismo? Ou por que não, pelo menos um deles revelou que a afirmação era
uma mentira? As autoridades do Templo estavam dispostos a pagar bom dinheiro a
qualquer pessoa que forneça tal informação. Ou se o dinheiro não fora
suficientemente sedutor, que tal com a possibilidade de provar que a
ressurreição era uma mentira, a fim de aleijar aos discípulos para que seguiram
alguns empreendedor futuro líder de culto? A história tem demonstrado que esse
papel é um rol popular, e esta teria sido uma oportunidade de ouro. Sem as
sólidas e convincentes provas da ressurreição, a continuação da unidade dos
primeiros líderes Cristãos é inexplicável à luz da tendência dos seres humanos
de querer promover-se a si mesmo. A suposição de que eles estavam todos
comprometidos com a verdade de sua mensagem é a única explicação adequada para
sua contínua unidade e o facto de que nunca revelou-se que tivera havido
fraude. Aqueles que mentem para benefício pessoal não mantém-se juntos muito
tempo, especialmente quando as dificuldades são maiores que os benefícios.
23.
Nenhuma das explicações alternativas propostas para a ressurreição tem
credibilidade
À luz da
evidência do sepulcro vazio, as aparições depois da ressurreição e o surgimento
da Igreja Cristã, uma pessoa razoável deveria concluir que a ressurreição de
Jesus Cristo é um fato histórico bem estabelecido. Em uma corte de justiça, tal
evidência seria obrigatoriamente certa, a menos que pudera-se apresentar
evidências contraditórias para introduzir "uma dúvida razoável." Mas
todas as explicações e teorias alternativas são extremamente duvidosas e
contrarias a qualquer conclusão lógica.
Por isso, os Cristãos estão a ser racionais,
sensatos, e plenamente consistentes com o senso comum quando baseiam sua fé
sobre este acontecimento histórico bem estabelecido. Não só há convincentes
evidências históricas para apoiar a crença, mas para aqueles que acreditam é
prometido esplêndidos benefícios no futuro. De acordo com Bíblia, a única
promessa certa da vida eterna para a humanidade, tanto a nível individual e
colectivo, depende da crença na ressurreição de Jesus Cristo.