Depois de mais de um ano volto ao blog. Estive muito ocupado, mas sem a mínima intenção de deixar de escrever. Os temas que vinha postando aqui no blog eram de relevância para os que buscam conhecimento e atualidades da área cristã, e, se considerarmos os fatos correntes tanto do cenário atual da política quanto econômico e moral, vemosque a situação está cada dia mais complicada.
O bom cristão aguarda com ansiedade pela volta de Cristo. Mas Ele mesmo relatou dos últimos acontecimentos, e todos aqueles eventos profetizados estão intimamente relacionados com os dos dias atuais, com a conjuntura dos fatos. Existe uma infalível congruência para o acabamento final das escrituras e para o cumprimento das Profecias da Palavra de Deus. Portanto, é importante ficarmos atentos.
Neste período de ausência cresci muito, me aprofundei em assustos importantíssimos para compreensão da nossa situação não apenas brasileira, mas também global. Coloco os seguintes fatos como altamente alarmantes para os cristãos, e para aqueles que prezam pelos valores morais semelhantes ao que a Bíblia ensina:
EUA aperta o cerco sobre a "liberdade religiosa" em seu território;
Putin assume o controle sobre o Oriente Médio;
Crise política no Brasil gera tensões sociais, ameaças de exércitos paralelos de partidos de esquerda, principalmente no campo, como as expulsões de proprietários por parte de grupos radicais e grupos supostamente indígenas;
A crise humanitária gerada pelo terrorismo, com as imigrações forçadas;
A ONU calada em relação ao holocausto de cristãos no Oriente Médio e ditaduras comunistas;
A escravização sexual de mulheres e meninas cristãs e de minorias religiosas no Islã.
O acordo nuclear Iraniano, e Israel em estado de alerta total;
Então, como se vê acima, não existe motivos para estar sossegado. As marés estão indo para um lugar profundo e de águas turbulentas. Mas como falei no início, o bom cristão aguarda a volta de Jesus. O próprio Deus disse para orarmos e pedir sua volta. Acho, pois, ser momento para isto.
Uma imagem chocante de uma criança sendo ameaçado com uma virou símbolo do apoio ao presidente da Síria, Bashar al-Assad. As eleições presidenciais devem ocorrer em junho.
A mensagem clara, onde rebeldes sírios seguram uma criança aterrorizada diante de três pessoas empunhando armas foi publicada na internet por um suposto membro da fação rebelde Exército Livre da Síria. A legenda diz “Nosso refém mais jovem dentre as seitas hostis de Kessab”.
A autenticidade da imagem é questionada. Mesmo assim, acredita-se que foi tirada em Kessab, um vilarejo predominantemente cristão, perto da fronteira com a Síria com a Turquia. O nome da criança não foi divulgado, mas os analistas não tem dúvida que, a julgar pelos trajes, pertence à minoria cristã.
Os líderes muçulmanos dizem que é uma estratégia do governo para aumentar o apoio ao regime ditatorial de Assad. Ao mesmo tempo provocou uma reação considerável contra grupos rebeldes sírios nas mídias sociais de língua árabe. Partidários do presidente Assad estão espalhando a fotografia como parte da campanha. No Twitter e no Facebook a legenda mais usada era “terroristas assassinos”.
O fato é que os islâmicos que invadiram a região deixaram um rastro de destruição: igrejas foram devastadas, casas queimadas e mais de 2.000 pessoas expulsas de seus lares. Há registro de centenas de cristãos em Kessad sendo sequestrados. Não há notícias oficiais se continuam vivos.
Trata-se de mais um capítulo nesse conflito sangrento e brutal que já matou mais de 150 mil pessoas. A parcela da população que mais sofreu no embate entre os dois grupos muçulmanos rivais foram os cristãos.
Desde o início do conflito, em 2011, uma série de denúncias vem sendo feitas, incluindo a crucificação e a decapitação daqueles que não seguem a fé islâmica. Com informações Daily Mail
Os cristãos estão sendo mortos de forma endêmica na Síria. Os apoiadores desta campanha de assassinatos não são apenas os radicais islãmicos, mas sim por um governo ocidental conivente e incentivador, encabeçado por Barack Obama, presisdente dos EUA, que, abertamente se declara anti-cristão e defensor de suas origens muçulmanas, comunistas e terroristas.
Como sou um adorador de Jesus Cristo, e desde a infância cresci cantando com alguns cantores antigos, vou postar algumas letras dos Irmãos Paim que não encontrei na net. Escrevi para que todos tenham acesso. Coloco junto uns links do Youtube para escutar.
Disco - Irmãos Paim - Eis que Estou à Porta e Bato
Estou à porta e bato
“Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz,
entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”
Eis que estou à porta e bato, quem falou foi o Senhor
Se ouvir a minha voz, esta voz tem muito amor
O Senhor já quer entrar, dentro do seu coração
Deixe ele te fazer morada, para tua salvação
“Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz,
entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”
Eis que estou à porta e bato não demores para abrir
Um sistema de pagamento sem contato, que analisa as veias de palma da mão do comprador, será testado na Suécia.
Mais de 1 mil clientes suecos já se inscreveram no programa para fazer pagamentos com um simples movimento da mão, usando essa nova tecnologia biométrica.
Os dispositivos para a digitalização das veias foram instalados em 15 lojas e restaurantes.
A localização das veias no dorso da mão é única para cada pessoa, portanto, os desenvolvedores afirmam que o novo sistema de pagamento impedirá roubos.
Shafqat Emmanuel e a sua esposa Shagufta Kausar foram condenados por envio de mensagens SMS que continham comentários depreciativos sobre o profeta Maomé. De acordo com a acusação, o casal enviou essas mensagens a pessoas influentes da província de Punjab, que professam o islamismo.
O advogado dos réus afirmou que a sentença foi proferida sem apresentar qualquer evidência tangível. Segundo ele, os islamistas exerceram pressão sobre o tribunal.
Lógica estranha: Blasfêmia é um crime contra um deus! O deus deles é também Maomé, e não apenas Alá.
Material foi divulgado por um radical muçulmano convertido
por Jarbas Aragão
Enquanto o mundo foca sua atenção para o embate entre Rússia e União Europeia pelo domínio da Ucrânia e a região da Crimeia pode ser o estopim de uma nova guerra, na Síria os massacres continuam. Por lá também está em jogo os interesses de Putin, mas as atrocidades cometidas são de ordem mais religiosa que política.
Surgiu esta semana mais um vídeo mostrando a execução sistemática de pessoas, na maioria cristãos, por parte de milícias muçulmanas radicais. A denúncia partiu de Walid Shoebat, e seu filho, Theodore Shoebat, especialistas em terrorismo e responsáveis pelo site RescueChristians.org.
As imagens chocantes incluem cabeças perfeitamente alinhadas junto a uma parede e corpos suspensos pelos pés em uma sala. Também é mostrado o depoimento de uma testemunha que estava ameaçado de ser “sacrificada” em um ritual onde supostamente o sangue dos cristão serviria para “pagar pecados”.
“Eu nunca tinha visto algo assim”, se horroriza Walid, um cristão árabe que foi membro do grupo extremista OLP até 1994, quando se converteu. “Eu tenho investigado a fundo esta história nas últimas semanas. Provavelmente, é o assunto mais horrível que eu já reportei. Tudo pode ser provado com essas imagens de massacre de humanos como se fossem animais, na maioria cristãos da Síria”.
De várias maneiras, é a continuidade do trabalho da freira Hatune Dogan, da Igreja Ortodoxa Síria, que procurou organizações internacionais para mostrar como cristãos estavam sendo decapitados e outros crucificados em meio à guerra. Contudo, ninguém deu ouvidos a ela e muitos passaram a acusar de divulgar relatos forjados.
Os vídeos que o Gospel Prime reproduz abaixo são uma compilação da Shoebat, dedicada a ajudar os cristão perseguidos. Ele inclui o relato de Saif Al-Adlubi, que disse ter testemunhado muitas barbaridades do Islã contra os que não compartilham de suas crenças. Sua denúncia é que os responsáveis são do grupo radical conhecido como ISIS, considerado o mais cruel dos paramilitantes islâmicos na Síria.
Um deles mostra o testemunho de um sírio cristão chamado Kamil Toume, que afirma haver um “matadouro de cristãos” nos distritos de Siba e Bayyada, na região de Homs, na Síria. Todos os sacrifícios são feitos por um açougueiro acostumado com o abate de ovelhas. “Relatamos essa história por causa do silêncio sobre o assassinato sistemático dos cristãos e minorias xiitas”, disse Shoebat. “Os cristãos estão sendo mortos nestes rituais seguidamente e o derramamento de sangue não vai parar. Devemos trabalhar juntos para parar isso”, afirmou ao site WND.
Em mais um covarde ataque neste final de semana pelo menos 100 pessoas de confissão cristã por causa dos confrontos étnico-religioso no estado de Katsina na Nigéria. Os ataques aconteceram simultaneamente em varias regiões do estado pegando a população dormindo. -Confira, ORE e comente…
No sábado dia (15) no estado de Katsina norte da Nigéria homens armados sob organização do grupo
étnico muçulmano Fulani efetuaram um ataque simultâneo em algumas regiões, onde pelo menos 100 pessoas foram mortas e suas casas foram queimadas, segundo informações da mídia local.
A agência EFE informou que o ataque ocorreu durante a madrugada contra as populações de Ugwar Sankwai e Gata Ungwar Chenshyi enquanto dormiam.
Segundo relatos de uma testemunha no jornal nigeriano “The Punch” a população de Chenshyi foi atacada por cerca de quarenta homens armados com facas e pistolas, que indiscriminadamente mataram seus habitantes e queimaram suas casas.
Os confrontos étnico-religiosos são freqüentes nesta região da Nigéria, onde milhares de pessoas morreram nos últimos anos.
A luta pela apropriação dos recursos naturais entre pastores muçulmanos e agricultores cristãos é uma das principais causas da violência, que estão competindo por pasto e água.
De acordo com dados da “Nigerian Segurança Rastreador” um projeto americano que estuda a área desde 2011, foram registrados nesta parte do país cerca de 15 mil mortes violentas, a maioria delas perpetrados pelo grupo terrorista islâmico Boko Haram.
A Nigéria é o país mais populoso da África, com quase 170 milhões de pessoas, mais ou menos igualmente divididos entre cristãos e muçulmanos e cerca de 250 diferentes grupos étnicos que vivem na sua maioria pacificamente lado a lado. Mas a região central tem sido estopim por décadas.
Violência, longe dos centros econômicos ou campos de petróleo, a Nigéria é a segunda maior economia e o maior produtor de petróleo da África, raramente atenção é capturado pelas autoridades.
Cientistas da Universidade John Moore de Liverpool clonaram com sucesso um dinossauro, disse ontem um porta-voz da universidade.
O dinossauro, um bebê Apatosaurus apelidado de “Mancha”, está sendo incubado na Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade. Os cientistas extraíram DNA de fósseis preservados Apatosaurus, que estavam em exposição no museu da universidade de ciência natural.
Uma vez que o DNA foi colhido, os cientistas injetaram em um útero de avestruz fértil. “Avestruzes compartilhar um monte de características genéticas com os dinossauros”, disse Gerrard Jones, professor de biologia na LJMU e cientista líder do projeto. ”As microestruturas de cascas são quase idênticos aos do Apatosaurus. É por isso que a clonagem funcionou tão perfeitamente. “
Membros da comunidade científica dizem que a clonagem de dinossauros é a primeiro de seu tipo –é um marco para a engenharia genética. “Eu costumava pensar que esse tipo de coisa só poderia acontecer nos filmes”,disse Gemma Sheridan, um professor de química LJMU. “Mas nós estamos fazendo isso acontecer aqui mesmo em nosso laboratório. É surpreendente. “
A clonagem atraiu a atenção de uma grande variedade de ativistas dos direitos dos animais e grupos religiosos. Eles afirmam que a clonagem de animais é antiética e imoral. Craig Presidente da PETA e fazendeiro, criticou os cientistas desta realização e julga potencialmente fatal a ameaça de uma nova espécie. “Estes cientistas trouxeram um animal da idade jurássica de volta à vida –apenas para vê-lo sofrer”, disse.
Mas o Dr. Sheridan parece não estar incomodado por argúcias dos ativistas. Ele diz que as oportunidades oferecidas pela clonagem de dinossauros são infinitas. Dentro de dez anos, nós poderíamos repovoar o mundo com os dinossauros “, disse ele. No momento desta publicação, o dinossauro está em condição estável. Os cientistas planejam fazer mais testes sobre ele.
Antes de apresentar este artigo, atento para o que é dito na Bíblia, que nos dias finais seriam como nos dias de Noé, onde imperava a violência. O livro de Enoque e a tradição judaica, bem como todas culturas antigas falam de seres híbridos.
Mas não apenas seres híbridos, mas também gigantes. Culturas diversas atestam que os gigantes da antiguidade eram os "homens de renome"(Genesis 6) cientistas da antiguidade, que dominavam as muitas artes, destas a medicina (Egito Antigo), a astronomia (vista nas grandes edificações como Stone Range, Peru e Pirâmides).
Existem artigos e escritos diversos que "naqueles dias de Noé" imperava dentre outros tipos de práticas, o da hibridização de seres, principalmente entre humanos e animais (como se vê em imagens como em Anúbis, Minotauro, Sheeva, etc)
Hoje, os produtos geneticamente modificados já não surpreendem ninguém. Por enquanto, pessoas e animais modificados apenas se preparam ainda para se tornarem parte do nosso mundo comum.
E vão mudá-lo de forma radical e para sempre. De que são capazes as quimeras dos laboratórios científicos e serão realmente uma ameaça séria? Porque é que os cientistas se ingerem no código genético de seres vivos e o modificam? O zoólogo Dmitri Isonkin compartilha a sua opinião com a Voz da Rússia:
“Pode haver várias respostas. Primeira, por interesse de investigação científica para compreender de que modo ocorre a formação de embriões e de células e se é possível juntar dois códigos genéticos diferentes sem provocar rejeição. Segunda, um aspecto médico importante. Os cientistas procuram formas de curar as doenças até agora incuráveis, com a ajuda de um DNA estranho de outro organismo que resiste a esse mal. Terceira, isso pode ser uma iniciativa comercial vantajosa no futuro, pois é sabido que, hoje, no corpo dos animais cultivam órgãos doados muito caros.”
Foto: en.wikipedia.org
Porém, tal como no caso de produtos geneticamente modificados, organismos vivos modificados podem constituir uma ameaça considerável. Todas as experiências realizadas em engenharia genética devem ser sujeitos a longos testes, para se compreender como, no fim de contas, irá se comportar o organismo vivo. E se a maioria das experiências se realiza atualmente em ratos de laboratório, cuja longevidade é extremamente pequena e pode-se acompanhar as mudanças qualitativas no seu organismo durante várias gerações, é muito difícil fazer isso com animais grandes e muito mais com pessoas.
Segundo a lei, todos os híbridos-quimeras devem ser destruídos num prazo de duas semanas, mas como compreender a forma como os genes mistos influem nas gerações seguintes? Significa que o governo proíbe a realização de estudos mais profundos de hibridação de pessoas e animais. Mas isso acontece, muito frequentemente, apenas no papel. E na realidade?
Foto: webneel.com
Pode-se apenas supor como agem os laboratórios secretos, mas sem dúvida que, se eles criam um ser híbrido, dificilmente o destruirão numa idade tão pequena: o mais interessante começa precisamente no período do amadurecimento sexual, quando as caraterísticas qualitativas do organismo passam a outro nível e pode-se acompanhar como o gene se irá comportar quando adulto, bem como quando se cruza um híbrido adulto com outro.
As experiências de quimerização de pessoas e animais têm, no fundo, um caráter ilegal como a clonagem de pessoas. Estes “jogos de Deus”, com vista à criação artificial de uma nova vida, poderão levar-nos muito longe. Por exemplo, relativamente há pouco tempo, a revista Cell Research, publicada pelo Instituto de Biologia Celular e pela Academia das Ciências da China, noticiou a realização de uma experiência com êxito de cruzamento de um homem com uma lebre. Para a realização do planejado, os cientistas chineses libertaram as células de uma lebre do seu DNA e, depois, injetaram DNA humano. Como resultado, foram obtidos cerca de 400 embriões, dos quais foram extraídas células estaminais para posteriores experiências, e os híbridos foram destruídos. Posteriormente, os cientistas planejam criar uma série de novos híbridos na base de DNA humano e de outros animais.
Foto: webneel.com
Não se compreende que criação saíra daí. Também não se compreende durante quanto tempo se manterá a proibição de semelhantes manipulações com o código genético de seres vivos. Porque se por um instante se imaginar que as experiências serão legalizadas, tanto como as quimeras, o nosso mundo, na realidade, mudará completamente. E vocês irão para o trabalho rodeados de homens-porcos, homens-bodes e homens-burros? Então, será agradável recordar os bons velhos tempos.
O governo de Pyongyang condenou à morte 33 cidadãos norte-coreanos por terem sido vinculados ao missionário sul-coreano detido na Coreia do Norte.
Os condenados foram acusados de tentar derrubar o governo e ter recebido uma grande soma para construir 500 igrejas subterrâneas.
Kim Jeong-wook, de 51 anos, tinha sido detido em outubro pelas autoridades norte-coreanas. Ele teve consigo textos e filmes cristãos, entre outros materiais religiosos. O missionário relatou ter recebido apoio por parte dos serviços de inteligência sul-coreanos, cujos representantes asseveraram que Kim Jeong-wook não era seu agente.
O cristianismo é a religião mais perseguida no mundo. Isto foi afirmado pela chanceler alemã Angela Merkel, filha de um pastor protestante, falando no Sínodo da Igreja Evangélica na Alemanha, na cidade Lübeck, no Mar Báltico.
O discurso de Angela na cidade de Timmendorfer Strand, na província alemã de Schleswig-Holstein, incluiu o comentário de passagem de que o “Cristianismo é a religião mais perseguida do mundo”. O governo federal da Alemanha transformou assim a proteção da liberdade religiosa, inclusive a dos cristãos, numa meta da política externa alemã.
A mulher mais poderosa da Alemanha e uma das mais influentes do mundo salientou que a defesa dos cristãos perseguidos é "uma parte importante da política externa alemã", porque a liberdade religiosa é um "direito humano básico", o que não é observado em todos os lugares.
"Fanatismo, restrição da liberdade religiosa e desprezo pela fé, são partes do mundo moderno", disse Merkel, observando, em referência à parte inicial da Constituição alemã, que "a República Federativa Alemã não foi criada apenas como secular". Ela acrescentou: "Eu acredito em um mundo secular, mas eu acho também que há pontos em comum com a religião cristã a ser colocados na linha da frente da vida social``.
Cinco séculos da Reforma Protestante em 2017
A Reforma Protestante começou a 31 de outubro de 1517, quando Martinho Lutero protestou publicamente contra a venda de indulgências pela Igreja, pregou suas 95 teses na porta da igreja de Wittenberg. Em seu discurso, Merkel lembrou o quinto centenário da Reforma Protestante, a ser comemorado em 2017, expressando um profundo apreço pela obra de Martinho Lutero, que com seu trabalho ajudou a definir a imagem de um ser humano "maduro e responsável".
Angela Merkel também expressou a esperança de que as celebrações previstas para dentro de cinco anos incluam um "componente de missão" que pode atingir as pessoas que vivem longe da fé em Jesus.
Ayaan Hirsi Ali publicou na revista Newsweek, de 13 de fevereiro passado, artigo fartamente documentado sobre a guerra que os países islâmicos estão desencadeando contra os cristãos, atingindo sua liberdade de consciência, proibindo-os de manifestarem sua fé e assassinando quem a professa individualmente ou mediante atentados a Igrejas ou locais onde se reúnam.
Lembra que ao menos 24 cristãos foram mortos pelo exército egípcio, em 9 de outubro de 2011; que, no Cairo, no dia 5 de março do mesmo ano, uma igreja foi incendiada, com inúmeros mortos; que, na Nigéria, no dia de Natal de 2011, dezenas de cristãos foram assassinados ou feridos, e que no Paquistão, na Índia e em outros países de minoria cristã a perseguição contra os que acreditam em Cristo tem crescido consideravelmente. Declara a autora que “os ataques terroristas contra cristãos na África, Oriente próximo e Ásia cresceram 309% de 2003 a 2010”. E conclui seu artigo afirmando que, no Ocidente, “em vez de criarem-se histórias fantasiosas sobre uma pretensa “islamofobia”, deveriam tomar uma posição real contra a “Cristofobia”, que principia a se infestar no mundo islâmico. “Tolerância é para todos, exceto para os intolerantes”.
Entre as sugestões que apresenta, está o Ocidente condicionar seu auxílio humanitário, social e econômico a que a tolerância para com os que professam a fé cristã seja também respeitada, como se respeita, na maioria dos países ocidentais a fé islâmica.
Entendo ser o Brasil, neste particular, um país modelo. Respeitamos todos os credos, inclusive aqueles que negam todos os credos, pois a liberdade de expressão é cláusula pétrea na nossa Constituição.
Ocorre, todavia, que as notícias sobre esta “Cristofobia islâmica” são desconhecidas no país, com notas reduzidas sobre atentados contra os cristãos, nos principais jornais que aqui circulam. Um homossexual agredido é manchete de qualquer jornal brasileiro. Já a morte de dezenas de cristãos, em virtude de atos de violência planejados, como expressão de anticristianismo, é solenemente ignorada pela imprensa.
Quando da Hégira, em 622, Maomé lançou o movimento islâmico, que levou à invasão da Europa em 711 com a intenção de eliminar todos os infiéis ao profeta de Alá. Até sua expulsão de Granada — creio que em 1492 — os mulçumanos europeus foram se adaptando à convivência com os cristãos, sendo que a filosofia árabe e católica dos séculos 12 e 13 convergiram, fascinantemente. Filósofos de expressão, como Santo Tomas de Aquino, Bernardo de Claraval, Abelardo, Avicena, Averróes, Alfa-rabi, demonstraram a possibilidade de convivência entre credos e culturas diferentes.
Infelizmente, aquilo que se considerava ultrapassado reaparece em atos terroristas, que não dignificam a natureza humana e separam os homens, que deveriam unir-se na busca de um mundo melhor. Creio que a solução apresentada por Ayaan Hirsi Ali é a melhor forma de combater preconceitos, perseguições e atentados terroristas, ou seja, condicionar ajuda, até mesmo humanitária, ao respeito a todos os credos religiosos (ou à falta deles), como forma de convivência pacífica entre os homens. É a melhor forma de não se incubarem ovos de serpentes, prodigalizando auxílios que possam se voltar contra os benfeitores.
Cientistas em vários países criam híbridos fantásticos de pessoas e de animais que podem lançar o pânico na sociedade. Apenas nos últimos 10 anos, o progresso no campo da engenharia genética espantou os cientistas e simples observadores.
Hoje, a criação de novas formas de vida tornou-se acessível mesmo a estudantes em condições caseiras. Infelizmente, as leis não conseguem acompanhar os jogos dos cientistas.
Por sua vez, estas novas formas de vida não são ilegais, mas podem representar perigo para a sociedade. É impossível prever o que acontecerá se elas começarem a multiplicar-se, mas os cientistas de todo o mundo querem apenas descobrir a sua nova criação para o mundo: descobrir aquilo que ainda recentemente parecia ser fantasia absoluta.
Podemos apresentar o seguinte exemplo: os cientistas criaram um rato com um cromossoma humano artificial. Isto é considerado um avanço que pode levar a novas formas de tratamento de toda uma série de doenças.
Foto: skarabokki.deviantart.com
Segundo a página do Lifenews.com, cientistas da Universidade de Wisconsin conseguiram grandes êxitos na transplantação de células do embrião humano no cérebro de ratos. As células começaram a crescer e, com o tempo, os ratos tornaram-se mais inteligentes. Esses ratos podem encontrar saída de um labirinto e aprender sinais convencionais mais rapidamente do que antes dos transplantes.
Coloca-se uma questão: a prática de transplantação de tecidos humanos para animais trará mais vantagens do que riscos?
Foto: skarabokki.deviantart.com
Hoje, já é evidente que a criação de órgãos humanos no interior de animais não é ficção científica, mas realidade pura. Os cientistas japoneses começaram a utilizar leitões para criar órgãos humanos, o que demora até um ano a realizar.
Segundo o Infowars.com, o principal objetivo neste caso é aumentar a quantidade de órgãos para as necessidades da medicina. Mas o governo japonês coloca outras tarefas: neste momento, prepara leis que permitem começar investigações ligadas a embriões.
A página Thetruthwins.com assinala que, se um órgão humano começa a crescer dentro de um leitão, este já não é 100% um leitão, e um órgão humano que cresce dentro de um leitão não pode ser considerado um órgão humano a 100%.
Foto: skarabokki.deviantart.com
Os receptores desses órgãos devem concordar com a transplantação de órgãos híbridos do homem e do animal no seu organismo.
As consequências da criação de híbridos poderão ameaçar a sociedade tanto hoje, como no futuro, mas o principal perigo consiste na impossibilidade de prognosticar as consequências da perda de controle de semelhantes híbridos.
Mais preocupante ainda é o fato de a maioria dos países não ter leis que limitam a criação de semelhantes seres, o que permite produzi-los sem controle.
Mais, não se prevê penas se esse ser animal provocar prejuízo às pessoas que vivem em redor.
Existe a opinião de que os animais utilizados para a criação de órgãos humanos neles são mais uma via para a destruição da natureza. Em 2011, o jornal DailyMail informou que cientistas britânicos tinham criado mais de 150 embriões do homem e de animais, mas os leitores não se preocuparam com isso.
Outros exemplos foram citados na revista Slate: cabras que produzem leite humano, uma estrutura anatômica anal transplantada num rato e doutores que criam um sistema imunitário humano para animais. Mas isto são apenas os projetos que conhecemos. É possível que existam outros por enquanto desconhecidos. Um híbrido do homem e de um animal é possível, mas continua a discussão de se são mais as vantagens do que os riscos potenciais.
Apenas na Síria foram 1.213 mortes, mais do que todas as de 2012. 'Extremismo islâmico é o pior perseguidor da Igreja mundial', disse entidade.
Os relatos sobre cristãos mortos ao redor do mundo por causa de sua fé duplicaram em 2013, comparado com o ano anterior, com os casos somente na Síria superando o total registrado em 2012, de acordo com uma pesquisa anual.
O "Portas Abertas", um grupo sem denominação que presta apoio a cristãos perseguidos ao redor do mundo, disse nesta quarta-feita (8) ter documentado 2.123 homicídios de "mártires", comparado com 1.201 em 2012. Houve 1.213 mortes desse tipo somente na Síria no ano passado, afirmou a entidade.
"Essa é uma contagem bastante mínima baseada no que foi relatado na mídia e que podemos confirmar", disse Frans Veerman, diretor de pesquisas para a Portas Abertas. Estimativas de outros grupos cristãos colocam a contagem anual em 8 mil.
O grupo sediado nos Estados Unidos relatou um aumento da violência contra cristãos na África e afirmou que muçulmanos radicais foram a principal fonte de perseguição em 36 dos países que estão na lista.O Portas Abertas colocou a Coreia do Norte no topo de sua lista de 50 países mais perigosos para cristãos, posição que o nação asiática ocupa desde que a pesquisa anual começou a ser realizada há 12 anos. Somália, Síria, Iraque eAfeganistão vêm a seguir.
"O extremismo islâmico é o pior perseguidor da Igreja mundial", disse a entidade.
Cerca de 10 por cento dos sírios são cristãos. Muitos se tornaram alvos de rebeldes islâmicos que os consideram apoiadores do presidente Bashar al-Assad.
O relatório não traz dados sobre assassinatos na Coreia do Norte, mas diz que lá os cristãos enfrentam "a mais alta pressão imaginável" e que cerca de 50 mil a 70 mil vivem em campos para presos políticos.
Segundo estudo, 134 pessoas foram presas em 2013 contra 59 em 2012. Facebook lidera número de denúncias de crimes na web no ano passado.
grafico-denuncia O número de prisões em flagrante decorrentes de pornografia infantil na web mais do que dobrou entre 2012 e 2013, segundo balanço da Polícia Federal e da ONG Safernet Brasil, entidade que monitora crimes e violações dos direitos humanos na internet.
O estudo ao qual o G1 teve acesso mostra que 134 pessoas foram presas no ano passado no país ante 59 em 2012: um crescimento de 127%. Os dados levam em consideração denúncias de usuários e investigações próprias da Polícia Federal.
De acordo com a Safernet, pornografia infantil foi o tipo de crime na internet mais denunciado em 2013. Das 244.147 denúncias anônimas recebidas pela organização, 80.195 (32,84%) dizem respeito a esse tipo de prática criminosa, que envolve "24.993 páginas distintas hospedadas em 8.589 servidores diferentes e atribuídas a 64 países em 5 continentes".
"Essa é a prova de que a internet não é mais uma terra sem lei", afirmou ao G1 Thiago Tavares, presidente da Safernet. "Esse aumento expressivo comprova que os crimes praticados na internet podem sim ser investigados, [e os seus autores] processados e punidos pelos crimes que cometeram".
Depois de pornografia infantil, os tipos de crimes na internet mais denunciados foram racismo (78.690), apologia e incitação a crimes contra a vida (31.513), homofobia (15.141), intolerância religiosa (9.807), xenofobia (8.328), neonazismo (6.177) e tráfico de pessoas (2.729).
Até o seu fechamento em 31 de dezembro, o balanço da PF e da Safernet registrou 484 indiciamentos relacionados a pornografia infantil na internet. O número de 2012 não foi disponibilizado para comparação.
Crimes nas redes sociais
Ainda segundo a Safernet, o Facebook liderou o ranking de 2013 em número de páginas denunciadas no Brasil por crimes na internet. A rede social de Mark Zuckerberg, a mais popular no país, recebeu 17.121 denúncias únicas, cerca de 31,6% do total.
Os números foram levantados pela Safernet com o uso da Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos (clique aqui para acessar), ferramenta lançada em 2012 para disponibilizar publicamente dados de denúncias de entidades como a Polícia Federal e a Secretaria de Direitos Humanos.
O Orkut, líder de denúncias de 2007 a 2012 nos balanços da Safernet, aparece em segundo lugar. Das 10.503 denúncias relacionadas à rede do Google em 2013, 4.704 são de pornografia infantil.
No entanto, diferentemente do número registrado no país inteiro, o tipo de crime que mais recebeu queixas no Facebook foi o racismo, com 6.811 denúncias únicas. Pornografia infantil aparece em segundo lugar (4.830 denúncias), seguido por apologia e incitação a crimes contra a vida (2.398 denúncias).
Procurado pelo G1, o Facebook afirma que "não existe tolerância para esses tipos de ação relatados no estudo", e que o objetivo é manter protegidos os 83 milhões de pessoas que usam a rede social no Brasil. O site diz que incentiva seus usuários a reportar "páginas, posts ou pessoas que violem nossa Declaração de Direitos e Responsabilidades", e que possui uma equipe especializada em analisar e remover conteúdos criminosos.
Em resposta ao G1, a Polícia Federal afirma que “vem incrementando suas ferramentas de investigação na área de crimes cibernéticos, além de capacitar os servidores para investigarem esta nova criminalidade, o que reflete um crescimento permanente da repressão”.
“Ademais, desde 2008, com a promulgação da Lei nº 11.829/2008, a conduta de ter em depósito imagens de pornografia infantil permitiu a realização de flagrantes, mesmo em momento diverso daquele da divulgação das imagens”, diz a nota.
A PF diz ainda que conta com a cooperação de outros países, via Interpol, para combater a pedofilia e que “desenvolve mecanismos de monitoramento e técnicas investigativas que nos permitem alcançar suspeitos da prática desses crimes em diversas plataformas de troca de arquivos, redes sociais, fóruns e outros lugares do ciberespaço”.
“A Bélgica aprovou nesta quinta-feira a eutanásia em crianças de qualquer idade com doenças terminais”, informa a VEJA.com, como se elas tivessem discernimento o suficiente para opinar sobre algo tão definitivo e fosse assim uma grande conquista civilizatória que pais, médicos e um psicólogo ficassem encarregados de comprovar esse suposto discernimento – o que, na prática, pode gerar tentativas conjuntas de convencer a criança – para autorizar a morte das ditas-cujas.
“É possível, sim, que a lei acabe sendo pouco, sei lá como dizer, ‘acionada’”, como já observou o colunistaReinaldo Azevedo, mas isso certamente é o de menos, observo eu, para pedófilos e militantes pró-pedofilia do mundo inteiro que agora poderão alegar: “Se as crianças já podem escolher algo tão definitivo quanto a morte, por que não poderiam escolher algo tão efêmero quanto o sexo?” Vai ver, com a aprovação dos pais (num primeiro momento), também está tudo bem.
A cultura da morte não traz apenas a morte. Traz também toda sorte de imoralidades à vida.
10. Darwin era religioso. O cientista é talvez o mascote mais popular do movimento ateu – sua teoria da evolução é contrária ao criacionismo, a crença religiosa de que a humanidade e tudo no Universo são a criação de um agente sobrenatural (Deus). No entanto, Darwin não era ateu. E, apesar ter se declarado agnóstico durante os últimos anos de sua vida (alguém que não acredita nem nega a possibilidade da existência de um Deus), ele mal falava sobre suas crenças pessoais e não gostava de discutir sobre as implicações de suas teorias em doutrinas teológicas, admitindo que sabia muito pouco sobre religião. Quando jovem, Darwin era conhecido por ser bastante religioso. Em sua autobiografia, ele lembrou que foi ridicularizado em uma viagem de exploração científica por oficiais do navio da Marinha Britânica HMS Beagle por acreditar que a Bíblia era uma autoridade final sobre a moralidade.
Embora não fosse muito ativo nos círculos religiosos, o moço Darwin tinha uma firme convicção de que Deus existia e de que a alma era imortal [no que estava equivocado;confira; e leia também "Darwin diante da morte"]. Enquanto no Brasil, ele estava tão absorto pela beleza da natureza que a proclamou como a manifestação de um ser superior. Darwin teve dificuldade em fazer uma transição para o agnosticismo. Quando começou a questionar a existência de Deus, ele disse que não podia apreciar a beleza da natureza com o mesmo vigor religioso que tinha quando era jovem, comparando a sensação como a de ser daltônico.
9. Darwin tinha gosto por comida exótica. Darwin gostava de experimentar comidas estranhas. Durante seu tempo na Universidade de Cambridge, ele pertencia a um grupo de culinária chamado Glutton Club (Clube dos Glutões), cujos membros se encontravam uma vez por semana para experimentar vários pratos “exóticos” anteriormente desconhecidos para o paladar humano, por exemplo, a carne de vários pássaros selvagens, como gaviões.
Quando embarcou em sua missão no HMS Beagle, ele reacendeu seu gosto por iguarias exóticas. Durante a viagem, Darwin foi capaz de experimentar tatus, que disse ter gosto de pato, além de um roedor sem nome que ele descreveu como a melhor carne que já provou. O naturalista até mesmo descobriu uma nova espécie de ave em seu prato do jantar, que mais tarde foi nomeada em sua homenagem Rhea darwinii.
Em Galápagos, Darwin comeu tartarugas e bebeu fluido de suas bexigas, que ele descreveu como “bastante límpidos e com um gosto só ligeiramente amargo”. Suas façanhas gastronômicas foram ainda mais extremas na América do Sul, onde Darwin conta que comeu uma carne muito branca que o fez se sentir enjoado no começo, pensando que ele estava comendo a carne de um bezerro. Logo, o cientista ficou aliviado ao saber que estava comendo a carne de uma suçuarana, comparando o seu gosto ao de carne de vitela.
8. As teorias de Darwin foram usadas para defender tanto o capitalismo quanto o socialismo. Algumas pessoas culpam as teorias de Charles Darwin pelos males do capitalismo. Isso porque economistas logo aplicaram a ideia de seleção natural à economia e à sociedade, dando assim origem ao darwinismo social. Os adeptos do darwinismo social acreditam que o sucesso ou o fracasso econômico de uma pessoa é semelhante à luta de um animal para sobreviver. Assim, eles desencorajam o apoio do governo e atividades de caridade que ajudam os pobres, porque creem que a espécie humana se tornará mais forte se a sociedade permitir que os “inaptos” morram. Entre darwinistas sociais notórios estão dois dos homens mais ricos de seu tempo, Andrew Carnegie e John Rockefeller. Embora o próprio Darwin tenha admitido não ter uma compreensão adequada de política e economia, suas teorias sem dúvida afetaram o crescimento do capitalismo no início do século 20. Devido a isso, a maioria das pessoas assume que a seleção natural não é bem recebida por aqueles que se opõem a esse sistema econômico. Não é bem assim.
Charles Darwin, na verdade, teve uma enorme influência positiva também no extremo oposto do espectro. Enquanto os darwinistas sociais viam as teorias de Darwin como uma forma de justificar a ganância e a opressão, Karl Marx a viu como uma alegoria para as lutas de classes. O filósofo alemão usou A Origem das Espécies de Darwin como a base biológica do socialismo. Conforme um organismo luta para sobreviver em um ambiente hostil, a classe toda também deve lutar contra aqueles que a estão explorando – uma luta de classes que Marx disse ter observado na sociedade. A influência do naturalista em Marx foi tão grande que o famoso socialista planejava dedicar seu livro, Das Kapital, a ele, um gesto que Darwin respeitosamente recusou.
7. Darwin também estudou psicologia. Durante seu tempo no Beagle, Darwin teve o privilégio de se deparar com várias culturas ao redor do mundo. Havia barreiras linguísticas óbvias que o impediam de se comunicar com moradores locais, mas ele observou que as emoções que as pessoas manifestavam – felicidade, tristeza, medo e raiva – não pareciam diferir muito de cultura para cultura. Este seria o início da menos conhecida carreira de Charles Darwin em psicologia, e do eventual desenvolvimento do conceito de emoções universais. Ele se correspondeu com muitos cientistas para estudar esse fenômeno, incluindo um médico francês chamado Guillaume Duchenne. Duchenne estudou os músculos faciais humanos e propôs que todos os rostos humanos manifestavam até 60 tipos diferentes de emoções. Ele é mais famoso pelas fotos que capturou de rostos de pessoas estimuladas com choques elétricos para produzir esses 60 tipos de emoções.
No entanto, Darwin discordava que todas as 60 emoções eram universais. Ele acreditava que apenas algumas delas eram comuns a todos os seres humanos. Para testar sua hipótese, o cientista realizou um experimento utilizando 11 das imagens de Duchenne. Em ordem aleatória, ele as mostrou uma de cada vez para 20 participantes, perguntando-lhes o que achavam. Quase todos concordaram que algumas mostravam certas emoções como raiva, felicidade e medo. O restante das fotos, no entanto, pareceu mais ambígua e os participantes não concordaram em uma única emoção. Isso confirmou a teoria de Darwin de que existiam apenas algumas emoções universais.
Ele também se envolveu com a psicologia social. O naturalista tinha interesse no conceito humano de compaixão. Ele acreditava que nosso senso de compaixão moral decorria de nosso desejo natural de aliviar o sofrimento dos outros. Coincidentemente, suas ideias sobre a compaixão eram muito semelhantes aos ensinamentos do budismo tibetano. Recentemente, ao saber sobre os escritos de Darwin sobre o assunto, o 14º Dalai Lama declarou: “Agora estou me chamando de darwinista.”
6. Darwin tinha ideias loucas sobre casamento. Darwin se casou com sua própria prima, Emma Wedgewood. Esse fato de sua vida é bem conhecido. O que ele pensava sobre casamento, entretanto, não é. Antes de juntar os trapos, o cientista escreveu uma lista divertida de prós e contras sobre as facetas do casamento. Uma parte de Darwin pensava que casar era sobre ter filhos: “Crianças – (se for do agrado de Deus) – objeto a ser amado e com quem brincar – melhor do que um cão de qualquer modo.”
Darwin também gostava da ideia de uma companheira: “Meu Deus, é intolerável pensar em gastar toda a vida como uma abelha, trabalhando, trabalhando e nada depois. Não, não, não vou fazer isso. Imagine viver todos os dias solitariamente em uma casa suja e nebulosa em Londres. Só imagine a si mesmo com uma boa esposa em um sofá macio, com uma boa fogueira, e livros e música, talvez. Compare essa visão com a realidade suja da rua Great Marlborough.”
Por outro lado, Darwin sentia que tomar o caminho do celibato também tinha seus benefícios: “A liberdade de ir aonde se gosta. Conversa de homens inteligentes em clubes. Não ser forçado a visitar parentes, e se curvar em cada discussão. Não ter a despesa e ansiedade das crianças. Perda de tempo. Não poder ler à noite. Gordura e ociosidade. Talvez minha esposa não goste de Londres, então a solução seria o exílio e eu pareceria um tolo.” Esses são apenas alguns dos itens que Darwin incluiu em sua lista, que prova que ele era como qualquer outro cara.
Eventualmente, ele decidiu se casar com sua prima de primeiro grau Wedgewood, com quem teve dez filhos e viveu feliz por 43 anos até sua morte, em 1882.
5. Darwin fez tratamentos de saúde nada científicos. Embora tenha havido muitas especulações sobre o que deixou Darwin muito doente durante o curso de sua vida, ele não recebeu um diagnóstico preciso de sua condição até mais de cem anos após sua morte (ele morreu de insuficiência cardíaca, e pesquisadores especulam que tinha doença de Chagas que teria contraído aqui no Brasil). Por causa das limitações da medicina em sua época, não havia nenhum tratamento satisfatório para ajudá-lo a lidar com seus variados sintomas, mas o cientista encontrou conforto em uma terapia com água muito questionável.
Em uma carta que enviou a seu amigo íntimo, o botânico Joseph Dalton Hooker, Darwin reclamou que vinha sofrendo de vômitos contínuos. Ele também relatou tremores nas mãos e tontura, que presumiu ser resultantes do impacto do vômito incessante em seu sistema nervoso. Ao ler um livro de um certo Dr. Gully sobre uma terapia da água, o naturalista se interessou pelo tratamento, e mudou-se com sua família para um apartamento alugado perto da clínica do especialista, para receber cuidados.
O Dr. Gully submeteu Darwin a vários procedimentos estranhos, como aquecê-lo com uma lâmpada até que ele transpirasse apenas para esfregá-lo violentamente com toalhas embebidas em água fria. Darwin também recebeu banhos frios nos pés e teve que usar uma compressa úmida em seu estômago durante o dia todo. Surpreendentemente, o naturalista achou o tratamento bizarro e não científico bastante eficaz, dizendo ter visto grandes melhorias em sua saúde após o oitavo dia de consulta com o Dr. Gully. Na mesma carta endereçada a Hooker, ele declarou que tinha certeza de que a cura da água não era charlatanismo. Acho que ninguém havia ouvido falar em efeito-placebo na época. [Aqui o autor do artigo revela sua ignorância a respeito da hidroterapia. Ponto para Darwin.]
4. Darwin, o detetive de terremotos. Pelo menos 25 grandes terremotos foram registrados no Chile desde 1730, sendo que todos mataram milhares de pessoas. Darwin teve a oportunidade desagradável de presenciar a consequência de um deles – o terremoto de Concepción de 1835. Foi um tremor muito forte, com magnitude de 8,8 na escala Richter. O terremoto demoliu toda a cidade em meros seis segundos.
Durante o tempo do terremoto, Darwin estava viajando com o Beagle. Quando chegou a costa de Concepción, imediatamente começou a investigar a natureza e a origem do tremor. Ele descreveu a devastação como “o espetáculo mais terrível e interessante que já viu”. O cientista fez observações sobre as sequelas do terremoto, notando que o litoral do Chile havia se tornado permanentemente elevado, particularmente na ilha de Santa Maria, que havia crescido três metros a partir da sua altitude de origem. Ele reuniu suas próprias observações e as combinou com testemunhos da população local para reconstruir os acontecimentos antes e durante o terremoto. Depois de semanas de trabalho, Darwin descobriu que o terremoto podia ter sido causado por uma cadeia de vulcões ao longo da costa do Chile, que entrou em erupção pouco antes de sua ocorrência.
3. Se convertendo em cristão novamente. Durante a segunda metade do século 19, Darwin já era bastante popular nos círculos científicos. No começo dos anos 1880, quando estava se aproximando de sua morte, uma mulher chamada Elizabeth Hope estava apenas começando a se tornar conhecida no movimento evangelístico.
Darwin e Hope pertenciam, obviamente, a dois mundos diferentes. Um encontro de ambos parece muito improvável, mas um artigo de 1915 do jornal batista Boston Watchman Examiner alegou exatamente isso. O texto detalhava como Darwin convidou a jovem Elizabeth para visitá-lo, e supostamente confessou seu arrependimento em ter desenvolvido a teoria da evolução. Ele teria pedido à evangelista que compartilhasse com seus vizinhos a mensagem de Jesus Cristo e da salvação que ele traz para a humanidade.
A história era muito atraente para os evangélicos, é claro. Saber que a mente por trás da teoria da evolução retratou suas próprias ideias e se converteu ao cristianismo não só lhes dava uma forma de responder aos chamados “evolucionistas”, como também reafirmava sua fé na história bíblica da criação.
No entanto, a lenda desse encontro bizarro foi desmascarada tão rapidamente e facilmente quanto se espalhou. Na autobiografia de Darwin, ele repetidamente menciona sua dissociação com o cristianismo e conclui que o agnosticismo seria a descrição mais correta para seu estado de espírito. Seu filho, Francis Darwin, proclamou que seu pai manteve uma visão agnóstica no fim da sua vida até a morte. A esposa de Darwin, que era muito religiosa e teria gostado de vê-lo voltar ao cristianismo, nunca mencionou qualquer conversa do tipo antes da morte do marido. Ela lembrou que suas últimas palavras foram: “Lembre-se como você tem sido uma boa esposa para mim” e que ele não tinha “o menor medo de morrer”.
2. As neuroses de Darwin. Enquanto Darwin sofria de muitos males físicos, alguns biógrafos se mostraram mais intrigados com seu estado de espírito. Em suas cartas aos amigos, o cientista revela que sofria de pensamentos obsessivos que, em suas próprias palavras, eram “horríveis”. Esses pensamentos, que ocorriam principalmente durante a noite, causavam-lhe grande angústia. Em uma carta a seu grande confidente Dr. Hooker, Darwin escreveu: “Eu não conseguia dormir e tudo o que eu havia feito no dia me assombrava vivamente à noite com uma repetição desgastante.”
Ele era paranoico com o fato de que passaria sua enfermidade para os filhos. Ele também era infinitamente crítico de sua aparência física, acreditando ser bastante feio. O cientista precisava de constante reafirmação de outras pessoas, além de proferir um mantra centenas de vezes para aliviar seus pensamentos obsessivos.
O psiquiatra e biógrafo de Darwin John Bowlby observou que o gênio não foi capaz de lamentar corretamente a morte de sua mãe quando era jovem, o que pode ter levado a sua neurose. Foi em face dessas dificuldades mentais que Darwin se tornou um dos pensadores mais influentes da história.
1. O projeto mais ambicioso de Darwin. Há 200 anos, havia uma pequena e isolada ilha vulcânica no sul do Atlântico, a 1.600 quilômetros ao largo da costa da África, chamada Ilha de Ascensão. Seca e sem vida, ela ficou desabitada desde sua descoberta em 1501 até 1815, quando a Marinha Real Britânica a usou como uma estação militar para manter um olho sobre Napoleão durante seu exílio na vizinha Ilha Santa Helena.
Hoje, Ascensão não é mais triste e desolada. A ilha agora possui uma paisagem exuberante e uma população de cerca de 1.100 pessoas, graças a Darwin. Sua viagem de cinco anos com o Beagle estava prestes a terminar quando o navio passou por lá. A vista da ilha apocalíptica de cones vulcânicos vermelhos brilhantes e lava negra inspirou o cientista curioso. Pouco depois de Darwin voltar para a Inglaterra, ele e seu amigo John Hooker criaram um plano simples para convertê-la em uma “pequena Inglaterra”.
Com a ajuda da Marinha, os dois colheram diferentes espécies de plantas de todo o mundo para levar para a ilha, de 1850 em diante. Na década de 1870, o pico mais alto de Ascensão tornou-se significativamente mais verde, com eucaliptos, pinheiros, bambus e bananeiras. Plantas que geralmente não são vistas lado a lado em outros lugares do mundo foram vistas juntas pela primeira vez na ilha – e resolveram o problema da falta de água no local.
Enquanto ecossistemas geralmente se desenvolvem ao longo de milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], o artificial criado por Darwin e Hooker floresceu apenas em uma questão de décadas [e Darwin provou que certas coisas não precisam ser tão lentas assim]. De acordo com o ecologista britânico David Wilkinson, a Nasa poderia aprender muito com o método dos cientistas quando começar a fazer o mesmo em Marte.