A freqüência com que os cientistas fabricam e falsificam dados, ou cometem outras formas de má conduta científica é uma questão de controvérsia. Muitas pesquisas têm perguntado diretamente se os cientistas cometeram ou sabe de algum colega que cometeu comportamento impróprio em pesquisa, mas os resultados apareceram difíceis de comparar e sintetizar. Esta é a primeira meta-análise destes inquéritos (pesquisas).
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A regressão de Meta mostrou que mesmo as pesquisas de relatórios, pesquisas que usam as palavras “falsificação” ou “fabricação”, enviaram inquéritos produzidos com menores percentuais de faltas cometidas. Quando esses fatores foram controlados, má conduta foi relatada mais freqüentemente pelos pesquisadores médicos/farmacológicos do que outros.
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De acordo com a revista cientifica Plos One, existem muitas fraudes em pesquisas científicas. Pelo menos 72% dos cientistas/pesquisadores entrevistados afirmam já terem presenciado algum tipo de má conduta. Os atos de má conduta são diversos como, por exemplo: Inclusão de autores que não participaram da pesquisa (estudo), falsificação e fabricação de dados, dentre outros.
É evidente que acontece muitos pecados veniais (“erros” não intencionais). Mas dada competição feroz por reputação, fama, verbas (muitos dólares), o marketing pessoal e profissional mexem com a cabeça dos cientistas – muitos acabam sendo vitimas fatais da obsessão e terminam vendo seus castelos de areia desmoronando em pouco tempo. Infelizmente a tendência é que essas más condutas cresçam cada vez mais.

Como disse o repórter da folha, Marcelo Leite: “Cresce a fraude em ciência – e no Brasil?” Concordo com ele. No Brasil a coisa não é muito diferente, no fim de tudo a verdade é uma só: “Na ciência sempre existiu e existirá as FRAUDES.”Principalmente quando o caso é tentar provar a “evolução das espécies”.
fonte: http://creationsciencenews.wordpress.com/2010/08/20/cresce-as-fraudes-em-pesquisas-cientificas-quantos-cientistas-fabricam-e-falsificam-pesquisas/
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